Eu tenho uma coisa aqui
guardada comigo..
em meu coração...
não sei se te digo ou não...
mas acho melhor dizer...
que eu estou apaixonado por você...
e contigo eu quero viver...
para todo o sempre...
sem ter alguem pra atrapalhar...
sem eu lhe magoar...
por isso estou aqui...
pra te dizer que te amo..
fica comigo!
se um dia isso tudo acabar...
tenha certeza disso...
meu coração parou de bater...
ou vc parou de me amar
por: Matz
quarta-feira, 6 de abril de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Apenas mais um de amor
Sempre me disse que jamais escreveria esses bordões amorosos, que hoje reina em minha vida. Nunca fui uma pessoa que fosse comunitariamente ativa, não me preocupo muito com o meio ambiente nem com os animais, muito me questionei se algum dia eu seria capaz de amar. Nunca senti vontade de ter desventuras amorosas, que hoje assola a sociedade. Não idealizo pessoas, nem amores, a humanidade e falha e jamais experimentará o gosto sincero do amor.
Conduzo uma cruzada sutil em busca de algo que possa ser meu, não quero apenas um clímax, mais um prazer continuo sem as interrupções mundanas. E pertinente que jamais me encontre completa, antes de tudo se esvair, eu me esvaio. Medo de amar ou de ser amada?Não sei. Entro caleidoscopicamente em minhas idéias, afogo entre a realidade e as ideologias falhas vindas de mais uma mente humana em busca do mundo perfeito.
Busco? Busquei? Perco-me entre as paroxítonas da vida, e as metonímias do cotidiano. Choco com o individualismo e o subjetivismo. Almadiçou em silencio o escapismo.
Odeio tudo isso, odeio o que eu sou, odeio não me expressar corretamente, não expressar ao mundo a dor clara da minha busca cética. Entre um caminho, não tão fácil como eu gostaria, as duvidas que leve, me destroem e me corrompem.
Leio livros amorosos que me levam a acreditar em um amor que jamais existira, mais meu tolo coração continua a acreditar. Espera toda primavera, sentada no ultimo degrau da escada, esperando que tudo mude. Não importo quantas tempestades o assolem, o quando ele sofra, ou o quão doente ele fique, ele sempre estará lá, naquele ultimo degrau esperando que tudo mude. E se não mudar? Não tem problema, ele ficara lá sentado, esperando a próxima primavera chegar. Parece-te mais uma historia de bordão com um final feliz? Não vou negar que talvez o seja, mais o que posso eu fazer, sou mulher, sou posso ser assim, tola, boba, e eternamente apaixonada.
Marilya Paula Marques (L
sábado, 26 de fevereiro de 2011
confiçoes nem sempre são verdades
Hoje acordei meio Maysa,ou meio Clarice, sinto que o meu interior ira explodir de tanta angustia e dor, uma dor que não tem nome, quer dizer, mais nem mesmo em sonhos ouso pronuncia-lo, sofro em um silencio maldito,um silencio de palavras, um silencio de amor. Não uma escritora de renome - kkkk-, nem tenho fama, não gosto de usar um vocabulario rebuscado, no qual ninguem entende o que lê, gosto de entrilhas, gosto da claridade, sou amante declarada de um texto. Mais hoje, no meu interior, quero lançar pra fora, tudo o que jamais pus, tenho medo que isso assuste as pessoas. Jamais fui uma garota popular, mais sempre fui sincera, jamais fui a mais querida, a mais amada, ou a mais bonita, e sinceramente, houve uma epoca que eu me sentia obrigada a mostrar a todos quem eu sou, e a provar a eles quem eu realmente sou, hoje me desprendo cada dia mais de laços passados, de pessoas que me fizeram mal, e de tudo, de tudo o que me prejudica. Hoje eu sei quem eu sou, e não preciso mais provar a ninguem o que eu sou ou o que eu posso fazer. Estou a beira dos meus 18 anos, e sinto que me conheço agora, mais do que me conhecia a 5 minutos, e assim vou vivendo, na busca inconstante de um eu, que poderá jamais existir, ou que esta simplismente dentro de mim !
Marilya Paula Marques
Marilya Paula Marques
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